O que há de errado conosco quando estamos em uma ótima posição favorecida pela idade, pelos atributos físicos e mentais e pelo meio que nos rodeia e mesmo assim ainda figuramos como a escória de uma sociedade. Essas aparências, mesmo que não propositais, afligem o ego e o torna petrificado, limoso e fétido, o que acaba refletindo no relacionamento.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Somatização.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Trena.
Seria muita infantilidade fazer comparações e medir sentimentos alheios em um relacionamento? O que fazer quando a paixão de ambos realmente acaba e se transforma em um amor cruel, que machuca, mas que também é de um carinho indispensável e que faz um bem diário como nenhum outro? A questão é conviver e lutar para que cada dia ao menos termine de forma gostosa, com ambos abraçados embaixo de um edredom, adormecendo após um sincero beijo de boa noite.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Casamento.

Não tão recente, o casamento perdeu o brilho e a durabilidade de outrora, o que é um avanço na sociedade, pois ambas as partes, companheiro e companheira (o), podem – em grande parte das vezes – optar por escolher o caminho que melhor lhe faça bem.
Há vários tipos de casamento, entre eles, os que acontecem de forma precipitada e instantânea. São àqueles que não passam sob nenhum passo, que não seguiram nenhuma direção. Sofreram um fabuloso namoro por um determinado tempo e juntaram o que seriam os trapos para uma possível vida feliz. Pois sim, essas relações são extremamente perigosas, o alto índice é de que ambas partes se machuquem, ou ao menos uma delas. Existe amor? Ótimo, mas saiba que o amor e o ódio andam muito perto.
Viver sobre o mesmo teto, dividir a mesma cama e os mesmos ambientes, trazem a tona realidades que nenhuma das partes estavam acostumadas ou desconheciam no parceiro. São duas pessoas, dois passados, dois signos, duas personalidades – querendo ou não – completamente diferentes. Assim, sem uma administração, lágrimas acontecem aos montes, arrependimentos, brigas que não vão levar a lugar nenhum e duas caras feias que não suportam mais a pessoa ao seu lado. Triste né? Até porque, esta pessoa que você, provavelmente, vai odiar daqui a um tempo, conhece cada detalhe seu, cada sentimento puro – e impuro. Sabe o que você quer expressar com determinada face ou tons de voz, entre outras intimidades que esta pessoa que você tanto odiará saberá lidar como ninguém. É uma conseqüência lamentável e que pode ser evitada.
E como fazer isso? É uma questão que é pautada trilhões de vezes no mundo, mas um caminho básico é seguir algumas palavrinhas: respeito, sinceridade, confiança, união e continuar com a chama do amor e da paixão acesa. É um grande erro das pessoas acharem que por que casou tudo se tornou mais fácil e por isso broxante. É nessas horas que a criatividade deve ser tomada como meta, sempre. Pensem uns, pensem outros, a fidelidade é um fator bastante importante no relacionamento. Saber diferenciar amor e sexo é um grande avanço psicológico, porém arriscado, pois se não existe mais tesão na pessoa que dorme ao seu lado todos os dias, é porque algo esta errado e você deve pensar melhor para onde tudo esta indo. E as conversas não devem deixar de existir, sempre com uma calmaria e com uma seriedade que encanta ambas as partes. Se aconteceu o casamento, faça isso fazer parte de sua vida. Planeje sempre, ria sempre, construam algo juntos. Tenha na pessoa ao seu lado um confidente, alguém que vai te ajudar a entender da melhor forma possível sua vida e fará de tudo para ajudá-lo. Nunca ache você que ele (a) não reconhece os seus problemas ou suas qualidades, isso acontece, mas talvez não na mesma intensidade. Não ache que seus problemas são maiores do que os de seu companheiro, tente sempre perguntar se esta tudo bem, tenha um bom feeling, pois muitos reprimem os sentimentos e, as vezes, uma tristeza braba pode ser curada com um beijo e um abraço bem forte. Sinta prazer de várias formas com seu companheiro, não há nada mais gostoso. Se ambas as partes concordam quando o assunto é o amor em si, então deve esquecer os problemas e enxergar o futuro compartilhado. Agora se isso realmente não existe mais, sentem, conversem e terminem isso que um dia já foi fantástico.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Labirinto.

Em um relacionamento a dois, fica bastante difícil saber e medir o que o outro sente e faz por você. E o passado de cada um se torna a mancha negra da relação, já que nunca sabemos o que de fato ocorreu e o que de fato a pessoa é. Não que ela minta ou use mascaras, mas ninguém é realmente verdadeiro com seu parceiro. Ninguém expõe sentimentos alheios com medo de julgamentos.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Vontades.

O que seria mais broxante do que você lembrar-se de uma pessoa mesmo sabendo que não pode te-la envolvida em seus braços, mesmo acreditando que um futuro maravilhoso estaria a espera de ambos juntos?
Sempre tenho viagens como primeiro plano. Conhecer lugares diferentes, experimentar comidas diferentes, conviver com culturas diferentes, tudo isso tem um valor grandioso e bastante rico ao qual considero e muito. No entanto, ser humano traz conseqüências que nos faz pensar durante muito tempo. Em muitas viagens, conhecer alguém que você admire e se apaixone parece ser praxe. Alguém cujo beijo te envolve por horas ou às vezes minutos, mas tempo suficiente para que você queira ter posse dela para sempre. E na hora do adeus, na hora do famoso “ a gente se vê por aew”, são os 20 segundos se perguntando o porquê não conhecer alguém assim por perto para poder investir em um delicioso futuro a dois que permanece.
Talvez a profundidade disso tudo seja tão densa que não enxergamos o quanto infantil e feminino isso possa soar, mas é certo que tolos são aqueles que não produzem sentimentos e não aproveitam momentaneamente alguns surtos que a vida nos prega. Saudade é a palavra que fica, e esperança é a palavra que envolve todo o caso. Até porque o famoso “a gente se vê por aew” pode ser realmente uma previsão de algo já predestinado.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Erros?
Aliás, envolver articulações para que o erro pareça menor é o mais comum. Não é tentar se desculpar, e sim expor todos os meios e acontecimentos para que o caso se torne ingênuo e a burrada seja passageira. Muitos acham que essa é a melhor opção e duvidam da capacidade dos outros de perceberem e notarem o acontecido. O erro destes espertos é achar que todos são idiotas.
Também podemos errar em acusar outro pelos possíveis erros que possam terem sidos cometidos. Não temos o direito de julgar ninguém, cada um tem sua vida e sua consciência. Se dói o acontecido? É melhor deixar fluir e esperar pelo amanhã, tudo pode ser um acaso (ou não).
Mas como a tecla deve ser mesmo batida, fica aqui a bandeira do amor pessoal levantada. Não superestime ninguém, tenha em mente que somos, pessoalmente, sempre superiores a qualquer relacionamento. Erros são cometidos, podem ser ou não concertados, mas são feitos e nada pode apaga-los. Talvez seja apenas mais um tijolo defeituoso na parede de concreto chamada vida ou apenas o grão de cimento da nossa obra. Depende de você.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Carência.

Talvez seja complicado definir o que essa necessidade impõe ao corpo e a mente do ser humano. Apesar de ser um sentimento não-contínuo, é claro que em algum momento da vida qualquer um se dispõe a passar por tal momento. É conseqüente e inesperado, mas sempre vem.
O pior e mais doloroso é quando temos que conviver com isso sem nada por fazer. Se por um lado há aqueles que defendem buscar sempre uma relação estável e segura, há outros que preferem viver sua vida sem meandros e sem se prender a nada. É um novo modo de vida e que em certos meios é muito comum. Alias, até pelo fato de banir a carência, que é um sentimento exclusivamente doloroso e, assim, é burrice não mante-la sob nosso poder.
Esse é um objetivo que deveria ser trabalhado por todos, já que a carência vem misturada com sentimentos de baixo-astral e tristeza, doloridos e que estragam qualquer momento de uma vida. Logicamente há seu lado bom, logo que as amizades e a maturidade vem a galope e preenchem (não completamente) o vazio que há em cada coração.
O que tem de se ter em mente é que estamos em outro século, vivendo uma vida bem diferente dos clássicos românticos de nosso cinema. Hoje, Casablanca é apenas história, enquanto a realidade é bem diferente. Não adianta procurar e nem investir no que não vale a pena. Não adianta mudar a ordem natural. Procure apenas agradar e aproveitar, separar sentimentos e dar valor a si mesmo. Receitas essa que deixam o sentimento mesquinho deste título em total hibernação, com um sono leve que não deve nunca ser despertado.